A nova sinfonia da F1

Um qualquer adepto de Fórmula 1 que rume a um circuito sem nunca antes ter assistido ao vivo a  um monolugar em pista, não pode deixar de ficar surpreendido com o som emanado pelo motor. É esse o primeiro grande impacto, e por isso, não é por acaso a atual grande discussão relativa a este assunto, que envolve equipas e a FIA, ao ponto de Bernie Ecclestone ameaçar processar a Federação, caso os adeptos se afastem da modalidade devido à redução da arquitetura dos motores, alegando que o som é uma das principais atrações da competição.

Por JLA a Sábado, 5 de maio de 2012 10:59

Excessos (ou não) à parte, a verdade é que é completamente natural um adepto sentir um enorme arrepio na espinha ao ouvir o som dum motor de Fórmula 1 e o impacto dos anos 60, 70 ou mesmo 80 não é sequer parecido com o dos últimos seis anos. Os saudosistas recordam com saudade os bons velhos tempos da F1, e os adeptos mais recentes, que ainda se recordam do inconfundível barulho do V12 da Ferrari, a era dos 3 litros e dos interessantes V10, de 1995 a 2005, e desde 2006 até hoje, os V8 de 2.4 Litros, que, soando bem mais suaves que os anteriores, ainda são perfeitamente tolerados pelos adeptos. Agora surgem os V6...

A semana passada a FIA anunciou que não ia impor os mais económicos motores quatro cilindros, turbo, de 1.6 Litros já em 2013, como estava previsto, adiando esta entrada por mais doze meses, impondo no entanto motores V6. Compreende-se a ambição da FIA, que passa por permitir a criação de motores mais ecológicos, desenvolver tecnologias híbridas. V12, V10, V8, agora V6, limitados a 15.000 rpm. Foi o compromisso a que se chegou, mas a verdade é que as sinfonias do passado, com as suas grandes misturas de sons, terminaram para sempre. O efeito que isto irá ter, ninguém sabe muito bem qual vai ser.

Curioso é, na maioria das áreas todos anseiam pelo futuro e pelo avanço da tecnologia, enquanto nos automóveis de competição são cada vez mais aqueles que recordam com nostalgia o passado. Entre as gerações de hoje, alguém era capaz de assistir a um Grande Prémio de Fórmula 1 onde só se fazia ouvir o silêncio elétrico?

 

Comentários

Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por PoleMan
3 pontos 17:14 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Um preciosismo, um preconceito e uma ideia pré-concebida é como eu classifico este tema!!! Se isto significar uma F1 mais verde mas igualmente excitante qual é o drama? Se vos dessem um carro igual ao vosso mas 30% mais economico por estar equipado com um motor mais pequeno embora tecnicamente fosse equivalente nas performances, iam recusar só pela ausencia de um ruido tão emocional? Penso que não sobretudo numa conjuntura economica tão dificil na Europa em geral. É uma questão de tempo até haver habituação e este novo cenário tem um ponto positivo. Muito mais pessoas no mundo poder-se-ão gabar de terem nos seus carros um motor que equipa um F1 e isso tambem contará para apaziguar esta desconfiança inicial quanto a motores mais pequenos. Há uma decada atrás, toda a gente dizia mal dos motores de três cilindros que eram isto, eram aquilo, não compesava face a um "4 etc etc... Hoje a Fiat tem o TwinAir de dois cilindros que equipa o 500 e que equipará tambem Puntos e Ypsilons, mecanica que já tive oportunidade de experimentar, e digo-vos. É um primor, uma agradável surpresa, o som bate muitos 4 cilindros de feira e os consumos sem chegarem a um Diesel ficam lá muito perto. Evolução é isto e a Fiat está de parabens não só pelo TwinAir como pela tecnologia MultiAir dos Alfa Mito.
Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por etilico
3 pontos 8:13 | Quarta feira, 6 de julho de 2011
Ler este artigo e a maioria dos comentarios é um autentico regalo. O sistema continua a ser "mais do mesmo" ou seja, ou engoles tudo o que vem de "fora" ou é um "velho do restelo". A moda imposta por um sistema de marketing agressivo é a luta contra o CO2, como se o problema principal das sociedades fosse esse, como se não continuassem a morrer milhões de crianças por dia por falta de alimentos e mesmo de agua. Como se a "fabricação" de alimentos utilizando todos os quimicos e mais alguns não passasse de uma anedota. Como se a escravisação das populações pelos bancos fosse uma historia da carochinha. Não nada disto é importante o importante é reduzir as emissões de CO2 de 10% em 22 carros que andam durante duas horas e que fazem sonhar (que horror) muitos milhões de pessoas. Escrevia Aldous Huxley " A ditadura perfeita é aquela onde as populações são escravas e felizes de o ser". Se muita gente se riu em 1931 com a sua afirmação, força é de concluir que ao ler este artigo e os comentarios aqui feitos que não estamos muito longe dessa realidade. O problema está na confusão que é feita entre vida de todos os dias, e os poucos momentos de devertimento que ainda nos vai sendo autorisado a gozar. Uma coisa são as reservas energeticas do planeta que o homem no dia de hoje é capaz de utilizar e que se as tecnologias não evoluirem não vão durar eternamente e como tal é preciso fazer atenção ao seu consumo, outra é querer resolver o problema ou mesmo contribuir para a sua resolução reduzindo a consumação de 22 carros o que no fim equivale a retirar da circulação um camião. Para encontar mais ridiculo que isto é preciso levantar-se muito cedo. Este fim de semana tive uma conversa com um pai de um piloto que resume bem a situação. dizia ele: a Formula F4 (Renault 1600 francesa) este ano utiliza os novos pneus Michelin ecologicos. Ecológicos porquê? porque não são utilizados solventes na sua composição. É verdade que os solventes são um grande problema na poluição dos solos e da agua, estando presentes numa grande quantidade de produtos utilizados no dia a dia e que é preciso cambater, mas retirá-los na produção de pneus de corrida, quando eles são utilizados nos pneus de todos os carros que circulam na terra e que se contam pour milhões é uma solução? ou um tapa olhos?. E qual é o resulado pratico? o resultado é que se no ano passado os pneus duravam 400 kilometros permitindo fazer os cronos as corridas e ainda uns treinos libres com este novo sistema de fabricação os pneus duram 40 voltas os seja 150 kilometros, ou seja são precisos mais pneus, ou seja mais borracha, ou seja uma muito maior quantidade de pneus a queimar com toda a poluição que isso acarreta. Mas o importante é que o camelo que está de fora bata palmas pelos esforços feitos na luta anti-poluição e não se sinta um "velho do restelo". A volta a frança em bicicleta com a sua caravana de 180 veiculos a percorrer as estradas de frança durante 3 semanas continua a ser de longa a prova desportiva mais poluente do mundo. Alguem já levantou a voz para acabar com ela? ou para que os ciclistas façam o percurso sem a caravana publicitaria?. Podemos fazer musica sem utilizar a bateria, alguns até dizem que só serve para fazer barulho, mas já imaginaram o que seria a musica sem ela? Podemos tirar o barulho nas corridas de automoveis, mas será que nunca ouviram um V8 de 8 litros de um Can Am ou mais recentemente um V8 de 4 litros de um BMW M3 GTR? É que se ouviram e continuam a dizer que não sentem nada o melhor deixarem de perder tempo a ver corridas.
Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por Lusitano
2 pontos 11:17 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Quando os F1 forem eléctricos a FanVision disponibilizará a gravação do barulho dos motores (à escolha) para que os espectadores que alugarem o aparelho o possam ouvir nos auriculares.
Acabou a Liberdade de invenção !!!
por f1shumi
2 pontos 16:13 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Para mim a questão não se coloca tanto na utilização dos motores 1.6 turbo, mas sim na imposição destes motores, um motor 1.6 turbo pode ser tão espectacular como um 3.0 V12 atmosférico, depende da forma como o entendemos!Se houvesse uma liberdade das equipas de utilizar entre um motor turbo e um motor atmosférico com as devidas limitações de forma a equilibrar o mais possivel os motores, talvez a F1 se tornasse mais interessante, mas entendo que isso seria muito dificil de aplicar na pratica. Talvez a melhor era da F1 em que cada equipa poderia escolher o tipo de motor que entendesse com o numero de cilindros em v ou em linha tenha terminado para sempre! Quem não se lembra até da invenção dos tyrrel de 6 rodas , tudo isto acabou , hoje em dia uma serie de imposições tornaram os carros praticamente iguais quer em aspecto, quer em motor , havendo diferenças minimas e tornando o desporto rei do automobilismo em algo muitas vezes aborrecido de se ver !
É tudio uma questão de habituação
por AYRTON_DA_SILVA
2 pontos 16:24 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Penso que acima de tudo é uma questão de habituação e evolução. A verdade é que estes motores actuais estão congelado e a sua evolução seria muito despendiosa para o tipo economico e até em relação á poluição logo não traria nada de novo, por isso fiquei sempre com a convicção que este motores ou 1.6 ou V6 turbo teriam muito mais para evoluir e traser beneficios ás marcas de Automoveis no que diz respeito á evolução motora da industria automovél. Agora relativamente ao som como já tinha referenciado à um tempo a quando da extinção do motor V12 da Ferrari não ouvi qualquer tipo de imposição a aquele que para mim era o suprasumo do ruido da Formula 1, mas a verdade é que a F1 tem de evoluir nem que para isso se tenha de recuar um pouco e acredito que tudo isto é uma qustão de habituação e não de retirar adeptos pois quem realmente já foi a um autodromo e já viu uma corrida sabe que realmente é arrepiante ouvir o som destes motores e até de qualquer motor de um F1 de que época for, mas ao fim de alguns minutos torna-se massador e irritante para oss ouvidos (por isso se vendem os tampões) e o que nós queremos ver realmente é a corrida e acompanhar todas as peripecias em pista, agora até dai ser uma desculpa para se bloquear aquilo que será o Futuro do Desporto é pura hipocrisia. Venham de lá esses V6 Turbo que já peca por tardio.
Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por dpapm
2 pontos 18:02 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Para mim as duas únicas regras que devia haver relativamente ao motor é a cilindrada máxima e o limite de consumo. Não deviam definir qual é a arquitectura dos motores nem o número de cilindros, cada construtor decide qual é a arquitectura que quer e o número de cilindros que quer usar. Como também acho que, havendo mais que um fornecedor de pneus, cada equipa pedia a medida que queria usar, não usava uma medida definida pela FIA, se bem que isso já era mais complicado.
qual 60 e 70
por eliofernandes
2 pontos 21:14 | Terça feira, 5 de julho de 2011
a muitas pessoas que vem pra este forum falar dos anos 60 e 70... muitas dessas pessoas nem eram nascidas na altura como eu... o tempo que ja oico dos anos 60 e 70... mas na historia a epoca de ouro e a dos anos 80..... a mesma coisa no som.. vem pra qui falar dos anos 60 e 70 eu acabei de ouvir os sons 50 60 70 80 e 90, os 50 60 e 70 os sons que sai daqueles escapes mais parece de um camiao a gasolina so a meio dos 70 e que melhorou e bastante, entao nos anos 80 com os turbo e os v12 ferrari e v10 da honda e renault e 90 com v12 honda este ultimo estava underpower disse o berger, o renaul v10 e ford v8 esses sim davam um estoiro....
"formule libre"
por nigelmansell
2 pontos 10:36 | Quarta feira, 6 de julho de 2011
A formula um devia, por definição, ser a categoria mais excitante e desenvolvida de todo o automobilismo. Os melhores pilotos, as melhores equipas, os melhores circuitos, os carros mais potentes e rápidos…onde só os melhores pudessem participar. Algo assim como uma “formule libre” sem limitações de performances, consumos ou emissões de gases com efeito de estufa. O regulamento devia estar focalizado nas questões de segurança – embora sem exageros – e nos aspectos que identificam um automóvel, quatro ou mais rodas motoras e direccionais, controlo pelo piloto onboard, utilização de combustível semelhante ao usado pelos carros do dia-a-dia, etc, enfim, aquilo que identificasse um F1 com um carro e não um avião telecomandado. A preocupação com uma “F1 verde” é totalmente hipócrita. È inegável que os aspectos ecológicos são importantíssimos para o planeta e para a humanidade, mas essa preocupação deve ser dirigida para sectores onde a poluição é de longe mais marcante. As viagens aéreas são responsáveis por 3% da poluição por gases com efeito de estufa e ninguém tenta impedir os aviões de voar e nem ninguém fala em produzir aviões eléctricos. Não, na industria aeronáutica a preocupação é fazer aviões gigantes com capacidade de quase um milhar de passageiros em condições de conforto sub-humano. E ninguém deixa de ir para as Caraíbas, de férias relaxantes a bordo de um avião que vai a consumir e poluir mais que uma mão cheia de Grandes Prémios de F1. A sonoridade de um carro de corrida é uma das suas características mais marcantes. Retirar à F1 o som agudo dos motores multicilindricos, a altas rotações, é criminoso. Pode-se não gostar mas todos concordámos que o ruído de um V12 Ferrari é quase um “lugar-comúm” e um tema tão conhecido como o sabor da coca-cola ou a imagem do Empire State Building. Querer silenciar a F1 é quase como derrubar as Twin Towers ou obrigar uma criança a só beber água. O mais grave é utilizar como argumento para as modificações regulamentares que se vão fazer, aspectos como: 1.a melhoria do espectáculo, quando o som é parte fundamental desse mesmo espectáculo. No maior espectáculo automobilístico do mundo, leia-se as 500 milhas de Indianapolis, os Lotus a turbina foram banidos, pela organização, em 1968 exactamente por serem silenciosos e não darem impressão de velocidade. 2. aproximação ao carro do dia-a-dia, ajudando a desenvolver as questões do consumo, poluição e eficiência de um modo geral. Quando o estudo e desenvolvimento de um carro de competição não tem nada, mas mesmo nada a ver com o que se usa num carro de estrada, em termos de requisitos e objectivos a conseguir. Que este downgrading da F1 seja do interesse de grupos como a Renault e Audi, pode ser compreensível em termos de marketing, embora me pareça estranho quando cada vez aparecem mais berlinas de pesos astronómicos com motores de mais de 500 cv. Carros de consumo elevado, e de prazer de condução semelhante ao do TGV. Mas que a FIA esteja tão interessada em apoiar estas medidas é muito mais incompreensível. Além de, como já disse, ser uma perfeita hipocrisia acovardada, é um tiro no pé em termos de atracção do grande público. E, a história do automobilismo bem demonstra o resultado das grandes modificações aos regulamentos de motores, são temporárias, ultrapassáveis e em nada colaboram com a espetacularidade e valor desportivo.
Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por Tuga F1
1 ponto 11:21 | Terça feira, 5 de julho de 2011
O elétrico não equivale a silêncio. Daquilo que tenho visto, um veículo de competição elétrico tem um som que faz lembrar uma espécie de aeronave... e esta foi a ideia com que fiquei depois de ver um vídeo de um LEAF by Nismo. Por isso, se por acaso a F1 chegar a isso, imagino que o elétrico seja algo de uma intensidade com que ainda nem sequer sonhamos. Seja como for, sinto pena pelo passado e pelos motores cada vez mais pequenos, mas também acredito que, onde há vontade de vencer e ser mais rápido que a box do lado, haverá sempre esforços de engenharia capazes de produzir sensações fantásticas nos adeptos.
E estes sons que aqui deixo!
por filipe_senna
1 ponto 11:30 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Andei para ai 10 anos para ir ver um Gp de formula 1 ,até que em 1996 rumei ao estoril para ver o nosso GP,por sinal o ultimo em Portugal,estava habituado a ver F1 na tv,mas uma coisa que nunca mais esqueci foi o momento em que estava sentado na bancada e ligaram o motor do Williams,meus amigos nunca imaginei ouvir um som daqueles na minha vida foi incrivèl senti que não era verdade e que um motor de um F1 nunca faria um som daqueles,de todos os momentos que guardo desse Gp sem duvida que esse foi das coisas mais fantásticas vividas até hoje! Por isso tentei de alguma forma acompanhar alguns testes e mostrar aos amigos e familia o quanto era incrivél ouvir um som daqueles,tanto que nenhuns gostam de F1 mas dos que levei a ouvir e quando ouviram aquele som ao vivo ,passaram-se completamente. Em Dezembro de 2008 rumei ao algarve para assistir a um dia de testes quando a Mclaren e a Ferrari nos visitaram fiz uns videos que aqui partilho convosco ,nada de especial,mas o som meus amigos está incrivèl e nada inferior antes por contrário aos que aqui ouvi! Espero que curtam! http://www.dailymotion.com/video/xjnbfn_f1-pure-sound-mclaren-and-ferrari-testing-portugal-2_sport http://www.dailymotion.com/video/xjnbe9_f1-pure-sound-mclaren-and-ferrari-testing-portugal_sport http://www.dailymotion.com/video/xjnbcf_f1-pure-sound-mclaren-and-ferrari-testing-portugal_auto http://www.dailymotion.com/video/xhvztc_f1-testes-algarve-2008_sport
1.5 turbo
por josealvessantos
1 ponto 11:33 | Terça feira, 5 de julho de 2011
se bem me lembro, no passado tivemos 1.5 turbo na década de oitenta e nem por isso se queixaram do som.... como será ter novamente motores pequenos, mas potentes? será regressar ao passado? até pode ser bastante interessante
Não Façam Nada.....
por MikeBoy
1 ponto 15:54 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Deixem tudo como está, aliás, voltem atrás no tempo e montem os motores dos anos 40 e 50. Isto é ridículo. Como enorme fã da F1 compreendo que o som é uma característica marcante de um F1, mas como cidadão do Planeta penso e desejo ainda mais que a tecnologia económica, ecológica e progressista avance para o futuro e não retroceda no passado. Não era por fazerem mais barulho que os carros antigos andavam mais, nem é por fazerem menos que os carros do futuro, ainda que venham a ser eléctricos, andarão menos. Isto faz-me lembrar quando vi á poucos meses, um carro daqueles em que não é preciso carta, e que levava um escape de rendimento. Barulho fazia, andar, nada. Ou quando um 1.1 anda na estrada com o escape roto a fazer um barulhão, mas a arrastar-se na estrada. Quem acha que se deve sacrificar a evolução e benefícios tecnológicos da F1 só para ter algo que faz muito barulho,, mas que em pista até anda menos, está fora da realidade daquilo que a F1 devia representar, o pináculo do desporto automóvel, e da realidade do Mundo, em que consumimos mais que aquilo que ele nos consegue dar.
Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por cdm
1 ponto 20:43 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Realmente a F1 sem "misturas" de som e sons potentes não fica tão "refinada", mesmo na TV. Aqueles sons do século passado (anos 60 até 90) foram os melhores da História da Fórmula 1. Agora, pelo menos na TV, parecem mais batedeiras com o som ampliado.
Re: A nova sinfonia da Fórmula 1
por freeway
1 ponto 21:31 | Terça feira, 5 de julho de 2011
Uma viagem de Portugal para a Australia de aviao come de combustivel a uma epoca de f1 de um carro. e ninguem faz nada???.Agora estao preocupados na f1. O som e toudo na f1 .E o mesmo ver f1 sem som na tv .Osom e como uma droga mas saudavel????
Lamentavelmente...
por litleoak
1 ponto 22:43 | Terça feira, 5 de julho de 2011
...daqui a 10/15 anos na Europa nem sequer vamos estar a falar de qual o barulho que os motores fazem pois vão ser todos electricos, e teremos que viajar para os EUA para nos recordarmos de um dos principios basicos de quem gosta de corridas: o SOM, mas afinal os carros já não têm manetes de mudanças e os volantes não são redondos por isso....
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